Célia Barroca - Lágrima Tola (2003)
Edições - 05.01.2007
Na nota de apresentação, Célia Barroca agradece a todos os que a têm acompanhado na sua vida criativa. E dá-lhe um nome revelador: "o meu fado".


Na nota de apresentação, Célia Barroca agradece a todos os que a têm acompanhado na sua vida criativa. E dá-lhe um nome revelador: "o meu fado". É uma boa expressão, que pode ajudar a evitar que se encerre Lágriam Tola no fenómeno de renovação do fado a que temos assistido através de vozes como Katia Guerreiro ou Joana Amendoeira.

 

Integrando instrumentos que vão da guitarra portuguesa de Luís Petisca aos adufes de João Seixas, passando pelo violoncelo de Susana Santos e até mesmo num tema a guitarra eléctrica de Luís Martins (também voz em dueto), Célia Barroca impõe-se por uma sonoridade realmente nova.

 

O fado, sendo uma referência incontornável, é também uma inspiração, entre outras, para um canto que procura novas sínteses ligadas a raízes populares da música portuguesa. O resultado, muito sólido e depurado deixa expectativas altas para o que se pode seguir.

João Lopes
 

Comentários 

 
#1 fernando silva 2007-09-04 16:05 Acho que a Célia ao contrario do que as pessoas possam pensar é uma pessoa que canta muito bem, muito afinada, tem uma voz pequena mas muito expressiva este disco está com muitos originais por vezes não é tão bom assim e á está o resultado, mas gosto bastante. Citar
 

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