| Amália, Coração independente |
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| Notícias - 29.09.2009 | |
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Intitulada «Amália, Coração independente», a exposição “pretende
repensar a artista através de documentos, filmes, vestidos e jóias,
entre outros objectos e suportes, e retratar através deles o seu
universo numa perspectiva viva e contemporânea”, salienta uma nota de
imprensa do Museu Colecção Berardo. O traje, desenhado e coordenado por Amália, o guarda-roupa, as jóias e as revistas que pertencem ao acervo da Fundação Amália, em Lisboa, são elementos de destaque nesta retrospectiva, não só no âmbito da cronologia de introdução à exposição no Museu Colecção Berardo, mas também no núcleo dedicado ao tema e apresentado no Museu da Electricidade. A mostra explora igualmente a «construção» da imagem da fadista, na qual a fotografia e o cinema têm lugar de destaque, e inclui uma recriação de certos aspectos da personalidade da diva por artistas contemporâneos, nomeadamente, Joana Vasconcelos, Leonel Moura Adriana Molder, Francesco Vezzoli e Ana Rito. A iniciativa da Fundação Amália Rodrigues, foi produzida pelo Museu Colecção Berardo e pela Fundação EDP- Museu da Electricidade, o São Luiz Teatro Municipal, e o Museu do Fado e pretende celebrar a vida e a obra da grande diva do fado. «Amália, Coração independente» está patente de 6 de Outubro de 2009 a 31 de Janeiro de 2010 no Museu Colecção Berardo e no Museu da Electricidade. «Amália Sempre» também recorda Fadista Também por ocasião dos dez anos da morte da fadista, a Impresa, o maior grupo de media português, edita juntamente com as suas publicações a série «Amália sempre» constituída por um CD com “os temas mais conseguidos, e os mais populares” da primeira fase da carreira de Amália, o DVD com o documentário de Bruno de Almeida, e um livro com fotografias escolhidas de Silva Nogueira, revelou o jornalista Miguel Cadete, coordenador de conteúdos desta série celebrativa de Amália Rodrigues . “As fotografias de Silva Nogueira representam as várias facetas de Amália. A Amália dos bairros lisboetas, a Amália de Hollywood, a Amália glamorosa, a Amália melancólica e triste. E percebe-se como ela foi uma estrela, até pelas várias personagens que vestiu”, acrescentou. O DVD «The Art of Amália» (2000) realizado por Bruno de Almeida que, em 1991, filmou o concerto de Amália no Town Hall em Nova Iorque é, segundo Cadete, “consensualmente considerado o melhor documentário sobre a fadista”. A escolha das músicas do CD condicionou-se “aos temas em domínio público, isto é os que a fadista gravou até 1959” e inclui, entre outros, «Foi Deus», «Uma casa portuguesa», «Canção do Mar», «Barco Negro», «Tudo isto é fado» e «Primavera». Para Miguel Cadete “está na altura de redescobrir este repertório que é belíssimo e traz-nos uma Amália igualmente brilhante”. |
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