| Beatriz da Conceição |
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Fadistas -
Actualizado em 02.01.2011 | |
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Beatriz da Conceição é uma das personalidades artísticas mais vibrantes da segunda metade deste século. Nascida no Porto em 1939, torna-se fadista num episódio quase lendário: vai ouvir fados à casa de fado de Márcia Condessa, alegra-se com a sangria e trauteia um fado. É logo convidada pela D. Márcia para ficar a cantar na casa. Já não regressa ao Porto. O seu primeiro cachet foi de sessenta escudos por noite, mas depressa a sua carreira ganha asas para voos maiores. Cantará nas principais casas de fado de Lisboa, nos palcos da revista, onde obteve extraordinários êxitos como, por exemplo, Fado Para Esta Noite, ou John Português. A sua carreira foi marcada por uma presença assídua no estrangeiro, actuando para as comunidades emigrantes. Já nos anos noventa, é convidada para festivais internacionais de música e aplaudida por um público cosmopolita. Se há uma marca inconfundível na carreira de Beatriz da Conceição, para lá do seu estilo profundamente pessoal e verdadeiro, é a singular atenção que dedica às letras (e aos poemas) que canta. Obstinou-se sempre em ter um repertório próprio e chegou a pagar do seu bolso letras de fado de que gostava. Talvez por isso obteve a admiração e a amizade de grandes poetas, como Vasco de Lima Couto (de quem canta A Vida que Eu Sofro em Ti, Pomba Branca e A Noite, entre outros), ou José Carlos Ary dos Santos que para ela escreveu, com Fernando Tordo, o Fado da Bia, com o diminutivo familiar da artista. Continua a ter uma carreira activa, como o comprova a presença nos programas de televisão Grande Noite e Cabaret, de Filipe La Féria, a gravação de discos, e a presença assídua numa casa de fado. |


Comentários
ó António, o que Ela é,
toda Fado, mãe de pé,
defronte a nós a cantar…
Os que sabem, os que viram,
sabem que além do mais
até os íntimos ais
na sua voz floriram.
Beatriz da Conceição!…
Silêncio «querida mãezinha»… Citar
a Bia canta para diante sem duvida, mas ela sempre pensou que esse seu jeito que ia triunfar, mas nao as pessoas aguentam até um certo ponto depois não dá, eu até gosto da Bia Citar
Muita saude e que a voz não te doa, querida BIA. Citar
O Fado, quando sobe ao palco, se exibe para multidões, passa na rádio ou na televisão, pode ser o que quiserem, mas Fado, não, não é. O Fado requer de sítio e ambiente azados para se produzir.
Quem soube o que foram, por exemplo, Tony de Matos (cançonestista romântico) e Max (cançonetista faceto) a intrepretar Fado ao vivo em voluntariosos e excepcionais momentos, mas em sítio adequado? Quem não viu, ouviu e sentiu, perdeu sem dúvida o magnífico ensejo de levitar sentado.
Quem viu, ouviu e sentiu (está ainda a tempo de experimentar) Argentina Santos na Parreirinha da Alfama? Outrossim, sob o bafejo da casa típica, quem bebeu pelo raciocínio os versos interpretados por Beatriz da Conceição?
Bom, meus caros «comportais», quanto a Beatriz da Conceição não há pena alguma a considerar ou lástima pra deitar ao vento. Beatriz da Conceição está para o Fado assim como Heberto Helder está para a Poesia. Saberão porventura que equiparação acabo de fazer?!..
Beatriz da Conceição não merece ficar triste com o que ler sobre si neste Portal.
26/Dezembro/2007 - Torre da Guia Citar
mas continua a ser a Beatriz da Conceição com letra grande que o digam os que estiveram em londres á bem pouco tempo. levantou toda a assistencia do Teatro
Parabens Bia gosto muito de Si ( vão vê-la todos os Domingos no Sr. Vinho ela e a Maria da Fé sim são as grandes Fadistas da Casa) Citar