| Ana Sofia Varela |
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Fadistas -
Actualizado em 02.01.2011 | |
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Teve o primeiro contacto com o Fado aos 10 anos,
através da obra de Amália, tendo, mais tarde, começado a cantá-la em
diversas “Noites do Fado”. Actuou em diversos bares do Sul do país, participou em concursos de fado locais e nacionais, e foi finalista do Programa da RTP “Selecção Nacional” e do “Festival da Canção” (1995), onde foi considerada a “voz mais bonita e interessante” dessa edição. Em 1997, começou a cantar em casas de Fado e iniciou a colaboração que mantém com o guitarrista Mário Pacheco, com o qual realizou espectáculos em locais como Macau, Japão ou Itália. Participou no CD “A Guitarra e Outras Mulheres”, de António Chainho, a par de nomes como Marta Dias, Teresa Salgueiro e Filipa Pais, vindo este trabalho a dar origem a uma tournée europeia. Durante a “Expo’98”, integrou o elenco do “De Sol e Lua - Flamenco & Fado”, um espectáculo que passou também por Espanha, pela Alemanha, pela Holanda e pela Suiça. Em 1999 aceitou o convite de João Braga para participar num conjunto de concertos, que culminaram na edição do CD “Cem Anos de Fado”. A edição de “Ana Sofia Varela”, em 2001, resultou em diversas apresentações e espectáculos em Portugal e Itália, entre outros locais. Em Outubro desse ano, foi seleccionada, entre 500 candidatos de todo o mundo, por um júri internacional e representou Portugal na “Womex” (“The World Music Expo”) de Sevilha. Desde aí e durante 2004 e 2005, Ana Sofia Varela apresentou espectáculos com salas esgotadas em países como a Argélia, Bélgica, Espanha, Grécia, Holanda, Inglaterra, Japão e Noruega. Participou, também, na Festa do Fado, no Castelo de S. Jorge, em Lisboa, ao lado da cantora de Flamenco, La Macanita. Ganha o Prémio “Amália Rodrigues”, referente à categoria de “melhor voz feminina” e, em 2006, é convidada pelos músicos José Peixoto e Fernando Júdice para integrar o grupo”SAL”, com quem grava um CD com o mesmo nome. |


Comentários
Ana Sofia Varela,tem que ser alentejana. Só essa terra
lhe poderia conferir tanta sensibilidade na voz. Que pena não ser acessivel ouvi-la mais vezes , para qualquer que goste de fado. As casas de Fado ,não são hoje em dia "flor que se cheire".
Que pena que o fado seja hoje uma ocupação de vida, em
exclusividade. Torna-o num emprego e às vezes num castigo. Que pena . . . ! Citar