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Ana Laíns - Portucalis

Discos - Novembro 03, 2017
Seven Muses, 2017
Portucalis é o país dos sonhos de Ana Laíns! E é também o 3º álbum da cantora, que dedica integralmente o seu trabalho à portugalidade que lhe define a identidade há mais de 18 anos.

Depois de “Sentidos” (2006) e “Quatro Caminhos” (2010), Portucalis surge no tempo certo, sem atrasos, e com a certeza de uma missão por cumprir – passar a mensagem: “Este disco é dedicado a todos que gostam de pessoas, que gostam de ser pessoas do seu país, e compreendem que a vida é uma missão. É dedicado a todos que compreendem que desta missão faz parte o lugar onde nascemos!”

Alheio a rótulos, regras e conotações, Portucalis é um disco transversal, que viaja por todo o vasto universo de cores da música, etnografia e língua portuguesa.

Do galaico-português ao mirandês, passando pelo português actual, do fado à música de cariz tradicional das Beiras e Trás-os-Montes, passando, paralelamente, pelas influências dos diferentes géneros que foram a escola no seu início de carreira (jazz, bossa nova, músicas do mundo ocidental e oriental), este disco é uma viagem entre o passado e o futuro, que tem ao leme Ana Laíns, a “cantora colorida”.



O álbum conta com palavras de Ana Laíns, Mafalda Arnauth, Sophia de Mello Breyner, Fernando Pessoa, José Afonso, Sebastião Antunes, Carlos Leitão, D. Dinis, D. António de Bragança, e alguns temas populares de recolha.
Nas melodias a cantora contou com Ivan Lins, Fernando Alvim (a título póstumo), Paulo Loureiro, Filipe Raposo, Luís Caracol, Helena Del Alfonso e José Lara Gruñeiro.

Este álbum conta ainda com as participações especiais de Ivan Lins, Mafalda Arnauth, Luis Represas e Filipe Raposo.

“Portucalis é o país dos meus sonhos. É o país que existe entre margens. Existe entre as margens das minhas dualidades. Ninguém “é” totalmente. Todos “somos” parcialmente. Numa era de subversão de valores, prioridades, e de profunda artificialidade, eu quero ser uma portuguesa “missionária”, que encara a sua carreira como “missão”.
Porque “alguém” me atribuiu a “condição” de nascer aqui! Porque me sinto em constante contra-ciclo. Porque esta “missão” me mata e renova todos os dias. E é aqui que reside toda a minha dualidade!
Portucalis é o país (e o disco) onde me encontro, onde me equilibro, onde sorrio e sou feliz!”


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